Eu não escolhi ser mãe. A vida me escolheu para ser mãe e eu aceitei isso de coração aberto.
E sei que me saio até bem nessa função.
Sou uma mãe que mais ensina do que brinca, que lê, que cria, que ensina a usar a imaginação, que deixa cair e ensina a se levantar, sou a mãe que não facilita no por favor, ou no obrigado.
Eu não sou o tipo de mãe que deixa a corda esticar..esticar..esticar, eu corrijo na hora que ele me testa os meus limites.
João Pedro está naquela idade de ver até onde pode ir, já sabe que não pode ir longe, mas insiste em experimentar os limites. Mas aqui em casa há regras, e regras são para cumprir. Já basta que lá pelos 15 anos eles vão descobrir que estiveram enganados a vida toda e que regras afinal, são para quebrar. E isso é outra conversa.
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