Muita gente tem me perguntado como é ter filhos com tão pouca diferença de idade.
E mais do que rápido e instintivamente eu respondo: "eu não recomendo" (com uma grande risada é claro).
Eu nem sei porque digo isso, porque se não tivesse engravidado da Maria Luiza eu não saberia a diferença e diria que é um desafio cuidar de uma criança.
Inconscientemente eu trabalho pra caramba para tentar ser a melhor mãe possível, as vezes eu fico frustrada ou sobrecarregada demais, mas duvido que seria muito diferente se eu tivesse apenas um filho.
Eu vejo muitos benefícios a longo prazo, logo eles irão crescer e serão companheiros (assim eu espero), irão brincar, e gargalhar juntos. João Pedro é muito amoroso com a irmã, e se adaptou muito bem com a chegada dela.
Quando descobri que estava grávida eu me imaginei num pesadelo por ter mais um bebê com um filho ainda tão pequeno, mas hoje me sinto infinitamente feliz. Foi Deus que quis assim, ouvi algo interessante que dizia mais ou menos assim: "que deveríamos deixar a vida que a gente sonhou para agradecermos pela vida que Deus nos presenteou, esse é o mistério da felicidade", não achei nada melhor que se aplicasse a tudo que eu venho vivendo.
Realmente não está sendo fácil, mas nada de bom na minha vida veio de maneira fácil, a rotina que eu tenho hoje é caótica e estressante, mas mesmo assim vale a pena cada segundo dela e eu não faria nada de forma diferente. Eu faço o que tem que ser feito, e faço isso sempre. Pode sim ser um exagero dizer que eu amo cada segundo da minha rotina, mas eu aposto que quando eu olhar pra trás com um sorriso no rosto é assim que eu vou me lembrar.
De que fui feliz por ter dois filhos com uma pequena diferença de idade, mas que me fizeram viver dias gloriosos.
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